Guarani
Grisalho aos 27 anos, lateral do Guarani coleciona apelidos inusitados
Com 11 clubes no currículo, Rodrigo Heffner já foi chamado de Nikopolidis, Ravanelli, Geroge Clooney e até William Bonner por conta da cabeleira
O que o goleiro grego Antonios Nikopolidis, o ex-atacante da seleção italiana Fabrizio Ravanelli, o ator americano George Clooney, o jornalista William Bonner e Rodrigo Heffner, lateral do Guarani, têm em comum? Sim! Os cabelos grisalhos! Com visual diferente pela idade, o jogador, de apenas 27 anos, colecionou apelidos pelos clubes que passou e explica como os primeiros fios de cabelo branco apareceram em sua vida:
- Foi aos 16 anos. Meu pai também ficou grisalho cedo. Mas dizem que é por conta de estresse. Também fui pai com 16 anos, muito novo, e tive muitas dificuldades na minha carreira. Hoje meu filho está com 11 anos. O pessoal até brinca que meu filho está maior do que eu – diz.
Hoje Rodrigo Heffner encara com naturalidade a, digamos, precoce velhice. No entanto, nem sempre foi assim:
- Quando cheguei no América de Natal, em 2007, de tanto sarro que tiravam, acabei pintando o cabelo. Era novo – revela, admitindo que caia na pilha.
Vovô Coxa
Depois de rodar pelo extinto Barueri, Mogi Mirim, América-RN, Roma de Apucarana-PR e Santa Cruz-RS, Heffner chegou de cabelo pintado ao Coritiba, em 2009. Porém, não conseguiu disfarçar a cabeleira e, por consequência, ganhou um apelido providencial:
- Depois de pintar, errava toda hora, tinta escorria, resolvi raspar. Quando cresceu, o pessoal viu que eu tinha cabelo branco e começaram a me chamar de Vovô, como o mascote do Coritiba é o Vovô, ficou ‘Vovô Coxa’.
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